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FEBRE AFTOSA
Podemos dizer que estes são os desafios que
inquietam não só produtores, como consumidores
e governantes de todas as instâncias.
Estas ocorrências são conseqüência de uma
combinação de fatores de risco que vivem em
estado latente nos animais, no meio ambiente e
muitas vezes no homem.
É opinião unanime nas comunidades científicas
mundiais, que o uso indiscriminado de
inseticidas sintéticos, antibióticos como
promotores do crescimento, quimioterápicos,
antiparasitários e anticoccidianos, reduzem a
capacidade animal em produzir defesas naturais
contra as doenças, sendo o principal motivo do
ressurgimento da febre aftosa e “mal da vaca
louca” na Europa, gripe do frango na Ásia e,
recentemente, febre aftosa e febre maculosa no
Brasil.
Geralmente, depois que acontece uma tragédia
como essa da Febre Aftosa no MS, procura-se
encontrar os culpados. De fato, na nossa
opinião existem múltiplas causas que
contribuíram para o ressurgimento da aftosa.
Além das já divulgadas pela imprensa, talvez a
mais importante e que está na raiz dos fatos,
é o ESTRESSE, principalmente causado
pela falta de adaptabilidade das raças
envolvidas. Pelas imagens da TV, a maioria do
gado afetado foram animais taurinos, próprios
de regiões frias. Trazidos para regiões
quentes como o MS, deveriam ter uma nutrição
especial para neutralizar os efeitos do
estresse já mencionado. Como é do conhecimento
geral, o estresse (térmico, nutricional ou
outros) provoca uma queda na resistência
animal e conseqüente diminuição da capacidade
em responder aos desafios e efeitos das
vacinas.
Se os animais envolvidos fossem zebuínos,
raças adaptadas às regiões quentes,
provavelmente não haveria aftosa no MS.
Portanto, desde que o cruzamento industrial é
um fato irreversível nas regiões tropicais,
administrar um FATOR ANTIESTRESSE DE AÇÃO
MÚLTIPLA é indispensável para a manutenção
da saúde e resistência dos animais. Os animais
que estiverem submetidos ao PROGRAMA
ALTERNATIVO COM OS SIMBIÓTICOS E NUTRACÊUTICOS
"ESTIBION" apresentam alta resistência à
contaminação por vírus, bactérias ou
parasitas. Mais informações veja
ESTIBION BOVINOS.
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