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Primeiros
registros – Quadros de Sumerian – 6.000 anos a.C. retratam a
produção de queijos.
1.847 – Blondeau
identifica o ácido lático como um produto da fermentação do
leite.
1.877
– Foi isolada em
cultura pura a bactéria lática Streptococcus lactis.
1.899 – Weigmann define
bactérias láticas como as que produzem leite ácido (ácido lático)
a partir do açúcar do leite (lactose).
1.907
– Surgiu a
primeira informação científica sobre a influência dos leites
fermentados na saúde humana. Ikya Metchnikoff – Prêmio Nobel –
pesquisador russo que trabalhava no Instituto Pasteur,
observando a longevidade dos camponeses búlgaros, constatou forte
presença do leite fermentado na dieta daquela população.
Na mesma época, Luis Pasteur
revelou ao mundo os mecanismos da fermentação láctica e da
pasteurização.
Metchnikoff realizou as
primeiras pesquisas com lactobacillus, demonstrando que
microorganismos patogênicos morrem ou não se desenvolvem na presença
de lactobacillus.
Metchnikoff tornou-se defensor
das dietas com lactobacillus para proteger o organismo da invasão
de patógenos e para melhorar e prolongar a vida. Foi pioneiro na
elaboração de um Lactobacillus em forma de cápsula que levou o
nome de Lactobacillin.
1.924 – Marriot e
colaboradores apresentam resultados de suas pesquisas em crianças
recém-nascidas do Hospital Infantil de Washington. As crianças
receberam quantidades idênticas de leite fresco com e sem ácido lático.
Apresentaram maior ganho de peso diário os que receberam o leite
com adição do ácido lático.
1.933 – Pesquisadores da
Universidade de Cornell descobriram que todos os animais de sangue
quente tinham os mesmos microorganismos produtores de ácido lático
do iogurte no seu intestino delgado.
1.935 – Shirota, no Japão,
isolou o Lactobacillus capaz de fixar-se no trato gastrintestinal.
1.943 – Início da Era dos
Antibióticos. Alexander Fleming descobre a penicilina que foi
usada durante a Segunda Guerra Mundial para prevenir as mortes
causadas por ferimentos infetados. A partir daí foram
descobertos outros antibióticos, amplamente utilizados nas terapias
contra doenças bacterianas. A partir destes fatos os
probióticos foram praticamente esquecidos.
Década de 50 - Tem início à adoção dos antibióticos na alimentação
animal com a finalidade de cura e de prevenção de doenças, bem
como para acelerar o desenvolvimento por meio da exclusão de
microorganismos que competissem pelo alimento no trato
gastrintestinal. Os resultados alcançados rapidamente
fascinavam os produtores, pois até mesmo com pequenas doses se
obtinha maior crescimento, conversão alimentar e prevenção de
infecções. As condições de higiene e criação eram bem
inferiores às de hoje e o uso dos antibióticos foi um sucesso.
Assim o uso dos antibióticos foi propagado no mundo.
Década de 60 - Constata-se que o uso indiscriminado dos antibióticos
promove não só a eliminação de bactérias patogênicas mas também
as benéficas. Desta forma, surgiram as primeiras suspeitas de bactérias
resistentes aos antibióticos. O consumo de carnes, ovos e leite com
resíduos de antibióticos agravaram os problemas causados por bactérias
resistentes.
Estes foram alguns dos motivos
que reacenderam o interesse pelos estudos dos microorganismos benéficos,
os quais receberam pela primeira vez o nome de probióticos.
Década de 70 e 80 - Início do uso de Lactobacillus na
alimentação animal.
1.970 – No Brasil, o Dr.
Salvador Firacci (Proteindus) realizou importação de probiótico
da França.
1.974 - Parker definiu Probiótico
como sendo: “um preparado composto por microorganismos destinados
a suplementação de dietas, com o objetivo de contribuir para o
balanço microbiano digestivo”.
1.985 – L. Amorim pesquisa
e desenvolve a produção de um composto biológico associando os
principais microorganismos
benéficos com nome comercial de Estibion.
Década de 90. - O Ministério da Agricultura do Brasil, através da
portaria número 159, de 13 de junho de l.992, proíbe o uso das
seguintes drogas nas rações animais: tetraciclina,
terramicina, cloranfenicol e sulfonamidas.
Em 1.998, Parker modificou a
definição de probiótico anterior para: “um suplemento alimentar
microbiano vivo que afeta beneficamente o animal hospedeiro pela
melhora do balanço microbiano digestivo”.
O QUE SÃO PROBIÓTICOS?
São concentrados de um ou mais
microorganismos benéficos, obtidos por cultura pura ou mista para
uso na alimentação humana ou animal.
Equivocadamente, a maioria das
pesquisas realizadas com probióticos em aves e suínos submetidos a
manejo intensivo com ração total balanceada, tem buscado comparar
principalmente ganho de peso em relação às drogas convencionais.
Os resultados têm demonstrado
que probióticos com uma ou mais cepas de diferentes microorganismos
quando comparados com antibióticos e outros quimioterápicos,
geralmente não aumentaram o desempenho em relação a estes
produtos.
Roy Fuller em sua publicação
(Probiotics The Scientific Basis), sugere a necessidade da realização
de pesquisas com probióticos produzidos a partir de culturas múltiplas,
uma vez que existem várias interações entre os diferentes
microorganismos benéficos e suas enzimas.
Nossas pesquisas com a utilização
de probióticos nas diversas combinações existentes no mercado
quando combinados com prebióticos e fitoterápicos específicos,
confirmaram que alem de competir em termos de produtividade,
apresentam outros benefícios de interesses facilmente mensurados,
resultando na elaboração de compostos SIMBIÓTICOS E NUTRACÊUTICOS
inéditos no mercado. Veja formulações, indicações
e apresentações em Produtos neste site.
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